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Coral do TJBA chega aos 21 anos com planos de revitalização; há vagas para novos participantes

Texto: Ascom TJBA

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Coral do TJBA ensaia duas vezes na semana, das 12h às 14h, no Espaço de Convivência do Servidor, no edifício-sede

Criado em 1997, o Coral do Tribunal de Justiça da Bahia comemora seus 21 anos em 2018 com planos de revitalizar repertório, normas e apresentações do grupo. Vinculado à Coordenação de Provimento e Desenvolvimento, o Coral está inserido no Programa SER, que busca promover bem-estar e reconhecimento ao servidor da Corte.

Os interessados em participar do Coral do TJBA devem se inscrever através do e-mail coral@tjba.jus.br ou comparecer aos ensaios do grupo, que se reúne sempre às terças e quintas-feiras, das 12h às 14h, no Espaço de Convivência do Servidor, no térreo do edifício-sede da Corte.

Igor de Castro Ramos, Coordenador do Coral e Assessor do Juiz Oséias Costa de Sousa, Titular da 3ª Vara dos Juizados Especiais de Defesa ao Consumidor, conta que começou a participar do coro na época em que o Magistrado atuou na Assessoria Especial da Presidência para Magistrados, durante o biênio 2012/2014.

“Foi a oportunidade que tive de ter contato com o coral mais de perto”, recorda. No período, o fato de estar alocado no edifício-sede da Corte e a possibilidade de participar de uma atividade que oferecia certa flexibilidade de carga horária atraíram a atenção de Igor Ramos.

Membro da coordenação desde 2016, atualmente ele lidera o grupo à frente do Coro, com o auxílio de Clarice Maria Santos Lopes, Vitória Maria Sacramento Maia (do Núcleo Extrajudicial da Corregedoria), João Eures Alves Ferreira (do Posto Médico do TJBA) e Joilma Andrade Tanure (da Chefia de Gabinete da Corregedoria Geral da Justiça).

Igor Ramos explica que uma das principais prioridades para este ano é a revisão e aprovação de um regimento interno para o coral. O objetivo é normatizar a iniciativa, instituída a partir do Decreto Judiciário 024/2008, viabilizando a participação dos servidores por meio de normas que fortaleçam e deem respaldo às atividades do Coral.

“A participação no coral é facultativa ao servidor, mas com a anuência expressa do seu chefe imediato”, informa. Ele acrescenta que tem buscado se inspirar nos estatutos elaborados por corais institucionais de outros órgãos baianos. O objetivo é apresentar estes modelos à Consultoria Jurídica da Presidência, para avaliar o que pode ser feito para aprovar um documento semelhante.

Para o Coordenador, o canto é uma atividade lúdica, que serve para “desestressar” a carga de trabalho de servidores que colaboram nos setores jurídico, administrativo e financeiro. “Os ensaios do coral são quatro horas semanais, momento em que o servidor tem a possibilidade de esquecer de todos os problemas do seu trabalho e da sua vida pessoal, dar risada, cantar”, opina.

Preparação Vocal – O Maestro Márcio Medeiros, que rege corais desde 1996, e trabalha em colaboração com o coral do TJBA desde 2013, também concorda com a opinião do Coordenador Igor. Ele explica que atua para desenvolver um gosto musical variado, que contemple tanto as músicas populares (nacionais e internacionais), quanto um repertório erudito.

“Até o ano passado nós estávamos realizando um trabalho de preparação da voz, e de preparação do conhecimento e percepção, para poder inserir o trabalho de música erudita”, conta. Diretor musical e Coach vocal, ele relata que realizou um workshop no início deste ano para promover um trabalho de preparação e recrutamento de novos integrantes. A ocasião também serviu para preparação vocal dos participantes, e transmissão de conhecimentos e cuidados vocais.

Os exercícios de preparação e aquecimento vocal são praticados constantemente nos ensaios. “Iniciei o trabalho com alguns exercícios básicos e a ideia é, de tempos em tempos, realizar um upgrade dessas atividades para que aconteça um desenvolvimento contínuo das vozes”, explica.

Ele acrescenta que o servidor e estagiário, que tiver interesse em participar do coral, não necessita saber cantar como pré-requisito. O fundamental é ter o desejo de aprender. “Se você tem vontade de cantar, esqueça a vergonha. Ela é um sapato velho e apertado que só te atrapalha de andar. Traga a sua voz e nós daremos um jeito de encaixá-la ao grupo”, convida.

Além de marcar presença em eventos importantes do Tribunal e datas comemorativas, a Coordenação do Coral estuda algumas possibilidades para comemorar os 21 anos do coro, que serão efetivamente alcançados no próximo mês de maio.

Entre as opções está a revitalização do Encontro de Corais de Instituições do Estado da Bahia, em junho. O evento teria uma abordagem filantrópica, com a arrecadação de agasalhos e roupas de frio para instituições de caridade. Outra possibilidade é a de realizar em outubro um show comemorativo para apresentação do repertório ensaiado ao decorrer deste ano.

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