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Coordenadoria da Mulher do TJBA transmite live sobre Feminismo Negro e Empoderamento

Texto: Ascom PJBA

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A live foi transmitida por meio do canal do YouTube do Poder Judiciário da Bahia

Para encerrar as ações da 22ª Semana da Justiça pela Paz em Casa, a Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJBA) promoveu uma transmissão ao vivo sobre Feminismo Negro e Empoderamento. Mediada pela Desembargadora Nágila Britto, a discussão contou com a participação da Professora Vitória Paixão e da Juíza Ana Cláudia Souza, Titular da 2ª Vara de Violência Doméstica e Familiar. 

Assista à transmissão na íntegra  

Durante seu momento de fala, a Juíza Ana Cláudia contou sobre sua experiência de vida, a importância da ancestralidade e da família na sua formação como mulher negra, mãe e juíza. ‘’Isso serve de inspiração para outras meninas negras, que busquem a educação como uma forma de fazer a diferença. É possível conquistar e educar”, ressaltou. 

A Magistrada, também, falou sobre a representatividade dentro do PJBA, a exemplo de mulheres negras que se tornaram Juízas e Desembargadoras. 

A Presidente da Coordenadoria da Mulher do PJBA, Desembargadora Nágila Brito, também falou sobre feminismo que, segundo ela, “não é o antônimo de machismo, mas uma defesa da igualdade social, política e econômica entre homens e mulheres. Estas, durante séculos, têm sido vítimas de dificuldades, violências, restrições e violações de direitos. Principalmente, repito, as negras’’. 

Ela, ainda, comentou sobre a invisibilidade histórica de autoras e personalidades negras como Maria Felipa e a Escritora Maria Firmina dos Santos. 

A convidada e palestrante Vitória Paixão falou da história de algumas mulheres negras, passando pela importância do feminismo latino-afro-americano e do estudo da interseccionalidade. Citou referências como Maria Beatriz Nascimento, Lélia González, Audre Lorde, Carla Akotirene e Ângela Davis. 

Vitória é professora, formada em licenciatura em história pela Universidade Federal da Bahia (Ufba). Foi ganhadora do prêmio Fundação Pedro Calmon pela lei Aldir Blanc na categoria ‘Memória’ com o trabalho “Apaoká: a história de mulheres negras para a difusão da memória do Estado da Bahia”. Ela, também, faz parte do grupo Milonga: laboratório de pesquisa e extensão em direitos humanos, políticas públicas e gestão da diversidade. 

Semana – Ainda dentro das ações da 22ª Semana da Justiça pela Paz em Casa, a 3ª Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher promoveu, em parceria com a Faculdade Unijorge, uma ação de atendimento de fisioterapia respiratória e motora para as mulheres assistidas pela unidade judiciária. 

O objetivo foi promover a melhoria do desempenho físico e do condicionamento cardiorrespiratório. Vale destacar que, na ocasião, foram ministradas técnicas de defesa pessoal. 

A ação ocorreu no dia 22 de novembro e contou com a participação da fisioterapeuta Isabela Conde, acadêmica do curso de fisioterapia da Unijorge, além da participação da Juíza Titular, Denise Vasconcelos Santos, e da Diretora de Secretaria, Edleusa Oliveira Santos. 

As técnicas de exercícios aplicadas abrangem movimentos que fortalecem os músculos respiratórios, com o intuito de auxiliar no controle da ventilação pulmonar e na otimização da circulação cerebral, proporcionando, assim, um efeito calmante que possibilita à vítima de violência doméstica uma inteligência emocional para a condução de suas ações. 

O Programa Justiça pela Paz em Casa é uma ação promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com os Tribunais de Justiça estaduais, desde 2015. O objetivo é ampliar a efetividade da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), concentrando esforços para agilizar o andamento dos processos relacionados à violência de gênero. 

Descrição de imagem: print da live. [fim da descrição] 

#pracegover #paratodosverem 

 

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