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Coordenação dos Juizados Especiais implanta nova automação para atuar nas Turmas Recursais

Texto: Ascom TJBA

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O Núcleo de Tecnologia e Inovação da Coordenação dos Juizados Especiais (COJE) implantou um novo robô para atuar em tarefas repetitivas no sistema PROJUDI. A ação humana nessas tarefas ganhará um forte aliado, uma vez que os servidores poderão se dedicar mais a procedimentos com maior complexidade cognitiva.

A Coordenadora dos Juizados Especiais, Juíza Fabiana Pellegrino, avalia positivamente os resultados obtidos, uma vez que os servidores poderão se dedicar a tarefas que exijam maior raciocínio, evitando fatores de risco relacionados ao trabalho repetitivo, o qual, doravante, será desempenhado pelos robôs. A magistrada defende que a automação é o caminho para uma justiça mais célere.

Este é o sétimo robô desenvolvido pelo Núcleo de Tecnologia na atual gestão. O primeiro atua na baixa processual da 6ª Turma Recursal e, desde o dia 7 de fevereiro, já realizou a baixa de mais de 5.200 processos julgados para as unidades de origem. O segundo robô trabalha desde o carnaval na elaboração de citações, tendo confeccionado e expedido, automaticamente, mais de 8.000 expedientes citatórios. O terceiro e o quarto robôs atuaram em mais de 10.000 processos, que tiveram audiências suspensas ou remarcadas, realizando juntada de certidões e intimações. O quinto robô expediu 9.500 intimações dos acórdãos proferidos pela Sexta Turma Recursal. Já o sexto robô realizou 1.100 intimações de processos migrados do sistema SAJ para o PJe, na Segunda Vara Cível de Salvador.

Vale ressaltar que o processo de desenvolvimento de robôs é realizado por uma equipe multidisciplinar, reunindo servidores da área de Gestão, de Tecnologia da Informação e da área Jurídica. Para a garantia da qualidade do serviço prestado, cada robô passa pelas etapas de levantamento de requisitos, implementação, testes, homologação e implantação no ambiente produtivo.

É importante lembrar que todos os robôs implementados pelo Núcleo de Tecnologia da COJE poderão ser utilizados por outras unidades judiciárias, devendo as solicitações ser encaminhadas, previamente, à COJE, através do Sistema Integrado de Gestão Administrativa (SIGA), a fim de que todas as medidas sejam adotadas para a devida disponibilização.

 
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