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2º Vice-Presidente, Desembargador Augusto de Lima Bispo, participa da solenidade virtual da posse do Defensor-Geral da Bahia

Texto: Com informações Defensoria Pública do Estado da Bahia

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Na tarde dessa terça-feira (02), o 2º Vice-Presidente, Desembargador Augusto de Lima Bispo, representou o Presidente do Poder Judiciário da Bahia (PJBA), Lourival Almeida Trindade, na posse do Defensor Público Geral, Rafson Saraiva Ximenes. A Solenidade aconteceu de maneira totalmente virtual. A mesa foi composta por representantes dos três Poderes, das Defensorias no Brasil, da administração Superior da Defensoria baiana e da Ouvidoria da instituição.

A solenidade virtual foi transmitida ao vivo pelo Youtube, Facebook e Twitter da Defensoria Pública do Estado da Bahia – DPE/BA. O gestor foi reconduzido ao cargo no dia 03 de fevereiro pelo governador do estado.

Foi a primeira vez que a Defensoria da Bahia realizou uma posse de maneira inteiramente virtual, cumprindo as medidas sanitárias exigidas nesse momento de agravamento da pandemia do coronavírus.

Na ocasião, o subdefensor público geral e presidente do Conselho Superior da Defensoria da Bahia em exercício, Pedro Paulo Casali Bahia, fez a abertura da sessão solene e a leitura do termo de posse.

No discurso de posse, Rafson lembrou que há pouco tempo boa parcela da população uniu-se e mobilizou-se pelo objetivo comum de eliminar uma participante do Reality Show Big Brother Brasil. E fez uma reflexão dos caminhos que a nação tem tomado quando a raiva e a intenção de destruir alguém são os sentimentos motivadores dessa união.

“Vocês podem estar se perguntando o que a Defensoria Pública tem a ver com tudo isso. Eu respondo: tudo. A raiva gera a política do ‘não’, do silenciamento, da exclusão. Leva ao desejo de vingança. Pouco importa construir; o único desejo é derrubar algo ou alguém. A Defensoria toma o caminho oposto, luta para dar voz a quem não tem, luta pela inclusão, para evitar o linchamento. O desafio da Defensoria é o desafio do ‘sim’”, destacou Rafson Ximenes.

Para ele, é por conta dessa onda de ódio, que tem-se tolerado subversões do sistema jurídico, do sistema democrático, as políticas de empobrecimento da população e discursos estimuladores da violência e da tortura. Rafson argumentou que, em regra, a gritaria e o sentimento de raiva costuma atingir pretos, pobres, homossexuais, mulheres, prostitutas, “aquela caravana de sempre”.

Rafson apontou, ainda, que mesmo com menos recursos e com todos os obstáculos, a Defensoria Pública da Bahia foi a instituição que mais aumentou a oferta de serviços em todo o estado nos últimos anos, dobrando sua cobertura. “Somente conseguiu esse feito por atuar com criatividade, coragem e, principalmente, por direcionar cada centavo que obtinha para o retorno social”, explicou.

“Expandir nossos serviços não é opção. É uma necessidade básica. Vou encarar esses dois anos com a mesma seriedade e a mesma dedicação de sempre. Vamos nos unir por um sentimento, mas por um sentimento bom. Vamos nos unir a favor do nosso povo, a favor da democracia, a favor da Defensoria. Vamos vencer os desafios. Vamos construir o sim. Conto com todos vocês”, finalizou Rafson Ximenes.

Você pode ler a íntegra do discurso clicando aqui.

Durante a posse, houve também homenagem à Defensoria Pública brasileira com o lançamento de vídeos com novas versões do Hino Nacional Brasileiro e do Hino ao 2 de Julho (Hino da Bahia), mostrando imagens do trabalho defensorial pela população em todos os estados.

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